O que sóbria não conseguiria dizer

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Paixão sem medidas, promessas de amor eterno, desejos que consomem, certezas absolutas, ciúmes, decepções, dor de cotovelo, príncipes que se transformam em sapos, vontade de se enterrar ou de mudar de planeta. Quem nunca? Na impossibilidade de envelhecer depressa como aconselhou Nelson Rodrigues, resta comungar com Bukowski: “não pedimos por felicidade, apenas por um pouco menos de dor”. Entre um e outro gole de tequila, no Nordeste brasileiro ou na Noruega, Stefany K. abre sua caixa de dores e escreve para exorcizar seus fantasmas. As mensagens poderiam ter um destinatário certo, mas acabam servindo para todos os desamores: os dela, os das leitoras, os de qualquer jovem que esteja encarando a aventura que é viver. 

Stefany Kateline tem 19 anos e é estudante de Letras. O que sóbria não conseguiria dizer é o seu primeiro livro. 

 


 

TRECHOS

 

Sóbria

Leia-me enquanto estou cheia de álcool, porque essa é minha melhor máscara. Quero ser para você o que ninguém nunca foi, quero que me olhe nos olhos como nunca fez com ninguém. Apenas você e eu. Sei que um novo momento nosso chegará e nele quero estar sóbria. Quero acordar no outro dia ao seu lado, sendo beijada e amada, assim como farei com você. Quero salvar sua vida, do mesmo jeito que você me matou. Ficaremos frente a frente, perderemos os sons da rua mais uma vez. Eu e você. (...)

 

Sentiu minha falta?

O que eu posso fazer se você saiu do túmulo? Fiz seu funeral no dia em que resolveu morrer para mim, teve direito a música triste e fotografias queimadas em fogo alto, porque se você estivesse vivo, ao menos uma parte sua, eu faria questão de não saber. Me sinto confusa com essa sua aparição repentina, mas não espere que eu vá lhe abraçar, senhor cadáver. Na verdade, quero matá-lo mais uma vez. (...)

 

Eu

Não gosto de quem me traz paz ou calmaria. Gosto de quem me traz guerras internas e externas, de quem me banha com ondas rebeldes, de quem me faz gritar. Gosto quando me tiram a paciência, de quando me deixam furiosa e de quando me fazem teimar mesmo estando errada.

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